segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Dj L Faria - Set Outubro 2009

Sem me esquecer dos velhos tempos de DJ, gravei um set com algumas músicas novas que estão fazendo sucesso:

terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Gripe da Moda (parte 5)

Uberlândia, Agosto de 2009. O prefeito Odelmo se reúne com seus auxiliares em torno de um tema: a GRIPE A.
Confiram:




Uberlândia, Setembro de 2009. Nada mais se fala sobre a Gripe A.

EU JÁ SABIA...

sábado, 19 de setembro de 2009

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Transparência

Ótima noticia para o mercado de crédito, nem tão boa assim para os bancos: O Banco Central divulgará uma nova metodologia de cálculo dos spreads bancários (a parte dos juros bancários que excede a taxa básica Selic) que permitirá o melhor entendimento de sua composição. Assim, podemos esperar uma transparência maior da composição dos juros que os bancos cobram dos clientes, o que pode ser usado como uma forma de competição entre os bancos. A medida provavelmente diminuirá o custo do crédito. Com crédito mais barato, haverá mais consumo das famílias e investimento das empresas, ajudando na recuperação do país e estimulando novos investimentos produtivos. Além disso, a transparência conta um ponto a favor da regulação das atividades bancárias pelos clientes, que podem decidir melhor em qual banco preferem tomar dinheiro emprestado. Com certeza não haverá mais espaço para lucros exagerados na composição do spread.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A falta que faz o ócio

Na sociedade atual há todo um sistema organizado em torno da produção e refinamento do conhecimento técnico e científico, mas falta algo muito importante para seu desenvolvimento: o ócio.

Em todas as sociedades antigas, sempre houve a existência de um grupo de indivíduos cuja principal função era não fazer "nada". A maior vantagem era a de que estes indivíduos tinham tempo para pensar em questões que os indivíduos comuns - motivados e pressionados pelo tempo e pela produtividade e presos em rotinas muito bem delineadas - não conseguiam enxergar.

Eram os filósofos, matemáticos e até mesmo os inventores (no estilo Professor Pardal) em geral que, graças ao tempo livre e à formação muitas vezes autodidata, conseguiam enxergar relações entre coisas que as pessoas comuns não conseguiam. É a chamada ciência pura, que dá base e direciona o progresso técnico posterior.

Hoje, os acadêmicos em geral são pressionados para a produção em massa de artigos muito bem fundamentados para ganharem espaço e poderem pesquisar nos melhores centros de pesquisa e ensino. Se percebe, muitas vezes, que a falta de tempo leva a erros ou a omissão de informações importantes num artigo. A formação profissional também direciona o pensamento dos recém formados de hoje. Muitos não são capazes de enxergar relações além daquilo que lhes foi ensinado, embora a ciência não seja um conjunto de hipóteses acabada e esteja sempre em constante evolução.

A busca pelo sucesso profissional e pelo dinheiro é o motivo pelo qual os cursos de ciência "pura", como matemática, física e filosofia, não sejam mais tão procurados pelos estudantes. Melhor estar num curso mais voltado para o mercado, pensam eles. No entanto essa atitude priva a sociedade de saltos científicos motivados pela reflexão profunda e livre de pré-conceitos.

O ócio, hoje visto como algo maléfico ao desenvolvimento da sociedade e associado aos mendigos e vagabundos, nada mais é do que parte da auto reflexão que todo povo deve fazer durante o seu processo de evolução. A separação entre a ciência pura e a tecnologia e o incentivo ao pensamento livre provocam mudanças estruturais benéficas na sociedade. Uma sociedade que não incentiva seus "pensadores" corre o risco de se desenvolver em direção a um beco sem saída, na medida em que as inovações "residuais", fruto dos grandes paradigmas do passado e presas a trajetórias rígidas, vão se esgotando.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A solução pro meu país eu vou dar:

Pré-sal? Preços elevados dos produtos primários?

Nada disso vai salvar o país de novas crises se não forem feitas mudanças estruturais. Nada disso vai livrar o país da pobreza.

As reformas que vão realmente promover o desenvolvimento do país são outras. De nada adianta um pré-sal fornecendo recursos (controverso) se o país desperdiça o triplo com gastos "tapa buracos" e deixa de ganhar devido à burocracia.

Um estudo recente do BIRD (Banco Mundial) chamado Doing Business (publicação anual) revelou que o Brasil é o país onde os trabalhadores mais trabalham para pagar impostos. São nada menos que 2.600 horas por ano apenas para pagar as obrigaçoes tributárias. E isso num cenário onde os gastos do governo só aumentam. Para o ano que vem, a previsão de gastos é ainda maior devido ao ano eleitoral. Isso fará com que a taxa de juros tenha que aumentar para conter a inflação, freando os investimentos e a economia.

Além disso, a burocracia faz com que o país seja um dos lugares mais difíceis para se abrir um negócio. O investimento precário em infra estrutura e inovação fazem com que as poucas indústrias usem tecnologia estrangeira e tenham dificuldades para escoar sua produção. É de caráter urgente a reforma tributária, que não tem sido muito discutida no país, mas que pode diminuir a burocracia e a carga tributária, contribuir para diminuir as desigualdades e aumentar o investimento produtivo.

Somando todos esses fatores, temos um país com outros sérios entraves ao investimento, dependente apenas dos ânimos internacionais que ditam os preços dos bens primários (como petróleo, álcool, carne, etc.). Num cenário assim, o país fica vulnerável a crises de demanda, que podem ocorrer sem nenhum aviso prévio e arrasar a estrutura produtiva.

A blindagem deve ser feita através de investimentos produtivos e reversão do processo de desindustrialização que ocorre desde a abertura comercial nos anos 90. A participação relativa da indústria deve aumentar, principalmente a da indústra de bens com alto grau de tecnologia nacional agregada. Com um mercado diversificado, as chances de incorrer numa crise de demanda por produtos primários é bastante reduzida, abrindo espaço para o desenvolvimento sólido do país.

Use com moderação

O governo anda falando tanto de pré-sal que é capaz de morrer de pressão alta!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mensagem Aos Colegas

Resolvi postar a mensagem que fiz aos colegas para nossa formatura no começo do ano. Muitas pessoas pediram esse texto, então decidi publicá-lo aqui. Aqueles que não conhecem a trajetória da 45ª talvez não entendam as piadas, mas a mensagem conta muito sobre nossa sala de uma maneira engraçada:


Mensagem aos colegas (Por Lourenço Faria):


Agora com vocês o boletim econômico da 45ª Turma de Economia da UFU:

Nos últimos quatro anos, a curva de comportamento da nossa turma apresentou oscilações constantes, com momentos de euforia (principalmente quando o semestre acabava) e depressão (quando saía o resultado de alguma prova difícil). A fim de manter a ordem e a estabilidade, foram realizadas diariamente reuniões do comitê dos matadores de aula no saguão do bloco J, para discutir assuntos de suma importância como o ultimo capítulo da novela ou o jogo de futebol do dia anterior.

Quanto à taxa de câmbio, quer dizer, intercâmbio, permaneceu bastante alta durante o período, quando vários colegas foram representar a sala estudando em países como Portugal e França, o que também proporcionou uma melhoria nas relações internacionais da turma.

A taxa de juros também permaneceu bem alta: era gente jurando que ia estudar mais no próximo semestre, jurando que ia parar de beber, que ia emagrecer para a formatura, que ia arranjar emprego. É tanto juro que até o COPOM ficaria preocupado.

O mercado de ações esteve em euforia nesses quatro anos. As ações que mais se valorizaram no período foram a “Fazer Amigos”, “Estudar” e “Ajudar os Colegas”. Mas não podemos nos esquecer da ação preferencial “Fazer Festa”, muito valorizada principamente nesse último ano.

A propósito, nas festas predominou o liberalismo, ou seja, o pessoal liberou geral: era gente se jogando na piscina, rolando nos barrancos, dançando até o chão, pagando mico até não poder mais. Mas também rolou um certo comunismo, afinal ninguém era de ninguém, todo mundo era de todo mundo.

O fundo mais procurado para aplicações foi o fundão da sala, que obteve rendimentos muito acima da média no quesito diversão e animação. Ao longo do tempo, novos membros foram se incorporando ao fundão, aumentando ainda mais a taxa de risadas e boas histórias. Alguns outros seguiram rumos distintos, mas nos deixaram agregadas as lembranças boas de momentos inesquecíveis e vão ter sempre seus lugares reservados na nossa turma.

A taxa de empréstimo também se manteve alta, principalmente o empréstimo de livros, cadernos e resumos. Era preciso estar atento à situação de “longo prazo”, aquele prazo imenso de entrega de trabalhos que num piscar de olhos se transformava num “curto prazo”, o que exigia de todos maior eficiência e produtividade para dar conta de entregar tudo a tempo.

O PIB (Produto da Inteligência e Beleza) se manteve estável em um patamar elevado, graças à contribuição das meninas sempre bem arrumadas e inteligentes, e principalmente graças ao nosso querido Cristiano, eleito o Sex Symbol da turma. A inteligência e a dedicação de todos durante o curso também ajudaram a manter o índice elevado.

O time de futebol da 45, carinhosamente apelidado de Recanto Universitário devido ao seu patrocinador principal, mesmo com alguns desfalques importantes, conseguiu seguir impondo respeito nas últimas edições do Interperíodos da Economia, graças ao esforço do grupo para se manter equilibrado em campo (principalmente depois de beber algumas cervejas antes do jogo).

E quanto às previsões para o futuro? Analistas do FMI, do Banco Mundial e do Federal Reserve americano destacam que o valor agregado pela turma durante o curso possibilitará a todos rendimentos futuros bem elevados. É certo que a alavancagem da nossa amizade e companheirismo continuará indefinidamente, garantindo a união da turma mesmo após o término de nosso curso.

Brincadeiras à parte, nossa turma vivenciou momentos de tensão e de alegria, viveu fases de união e de separação. Muitos se descobriram amigos inseparáveis ao longo do curso, e todos levaram muitas outras lições além das de economia: lições de vida.

Cada um de nós deu uma pequena contribuição para o que chamamos de turma. Graças a essa contribuição, os que eram estudiosos aprenderam a ficar mais tranqüilos, outros eram muito tranqüilos e ficaram mais estudiosos. Mas também tem alguns que já eram estudiosos e ficaram ainda mais, e outros eram tranqüilos e ficaram mais malandros! Nossas diferentes personalidades ajudaram a moldar uma turma diversificada, mas que encontra na alegria e na amizade o ponto em comum.

Todos tiveram momentos de fraqueza, onde a melhor alternativa parecia ser largar tudo. Mas a força que nos obriga a continuar mostra agora seus frutos, e é graças a ela que estamos todos aqui hoje realizando nossos sonhos. E assim devemos continuar sem fraquejar, sem desistir daquilo que almejamos, mesmo quando nos depararmos com a derrota, pois o importante não é vencer todos os dias, mas lutar sempre.

Agora o que era colega tornou-se companheiro. E o que era companheiro transformou-se em irmão. Idéias, temperamentos gerando divergências, sempre existirão. Mas o momento é para amigos, a hora é de pontuar uma história.

Valeu 45!

Olha eu aí em cima lendo a mensagem! Orgulho da mamãe!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Uma aposta arriscada

O que o Pré-sal representará para o Brasil?

Essa dúvida permeia a cabeça daqueles preocupados com o futuro do nosso país. Existem vários casos de países que construiram verdadeiras oligarquias em torno do petróleo, onde a população praticamente não sentiu os efeitos benéficos do ouro negro. Também podemos encontrar exemplos de países onde a combinação de gestão responsável e desenvolvimento industrial possibilitaram um ganho em termos sociais e economicos devido à exploraçao desse recurso natural.

Alguns dizem que tudo depende da boa vontade dos nossos políticos, mas acho que a questão é muito mais complexa. Primeiro, porque tudo irá depender de como o petróleo será utilizado nos próximos anos, se continuará sendo a base energética mundial ou se será substituido por outra fonte (hidrogênio, energia atômica ou solar, etc.). A química industrial garante que ainda seremos dependentes do petróleo para a fabricação de matérias primas, lubrificantes, plásticos e outros produtos, mas se ele for substituido por outra fonte energética em veículos e usinas energéticas, com certeza o preço do petróleo não compensará o investimento que está sendo feito para a exploração da camada pré-sal brasileira. Isso significa que o Brasil está apostando que o preço do petróleo se manterá constante nas próximas décadas, quando tudo indica que a tendência é de queda acentuada. A possibilidade de não se encontrar petróleo economicamente explorável também existe, como já aconteceu em dois campos perfurados pela Exxon e BG.

Além desse fator "exógeno", não se pode esquecer da gestão dos recursos. Na minha opnião, caso não haja uma mudança organizacional na Petrobrás e nas futuras "estatais do petróleo", o pré-sal poderá acabar como mais um instrumento de manipulação política entre os partidos (e seus coronéis), como já acontece com cargos, royalties e concessões.

Segundo a revista "The Economist", o Brasil tem historicamente um perfil "gastador", com taxa de poupança baixa e gastos elevados. A entrada dos recursos do pré-sal pode representar uma oportunidade do país reverter esse perfil e fazer os investimentos necessários, principalmente em infra-estrutura social e logística. Por outro lado, também pode representar apenas um "bico" para cobrir gastos excessivos que já são praticados pelo governo.

Além de todos esses fatores, posso citar uma grande preocupação dos economistas, a chamada dutch disease, ou doença holandesa, que pode ocorrer quando um país descobre uma grande fonte de recursos naturais e consegue assim manter sua balança comercial em situação de superávit, mas ao mesmo tempo deixa de realizar investimentos estruturais importantes (principalmente em tecnologia, indústria e logística) para se tornar competitivo do ponto de vista industrial e tecnológico. Em outras palavras, significa que as industrias passam a ter uma participação menor na geração de renda da economia, que passa a depender das suas "vantagens comparativas" provenientes dos recursos naturais. Isso é particularmente perigoso, pois a economia fica "refém" de preços primários instáveis, e pode facilmente entrar em recessão (a queda dos preços do café durante a crise de 1929 arrasou a economia brasileira, cujo principal produto de exportação era o café).


Enfim, pode-se dizer que o Brasil está fazendo uma aposta bastante arriscada, que dependerá de fatores endógenos e exógenos complexos e muitas vezes fora do controle do governo. A implementação do programa do pré-sal está sendo votada com urgência, pois representará um triunfo para o governo nas eleições do próximo ano. No entanto, os governantes devem ter em mente que se trata de um programa complexo e de longo prazo, que deveria ser pensado com mais calma antes de ser colocado em prática. Pelos riscos envolvidos, possivelmente o pré-sal pode representar mais um obstáculo do que uma alavanca ao desenvolvimento do país.



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O poder da Globo

A briga entre a Globo e a Record tem rendido muita discussão sobre o poder manipulador da televisão. Me lembrei de um estudo recente publicado para o BREAD - Bureau of Research and Economic Analysis of Development - por La Ferrara et al. (2008), que discute a influencia das novelas brasileiras, principalmente as globais, na taxa de fertilidade da população brasileira.

De acordo com o estudo, de 1960 a 2000, a taxa de natalidade média brasileira caiu de 6.3 para 2,3, declínio comparável apenas ao da China, com sua política de natalidade rígida. Uma dos fatores desse declínio foram as novelas globais, que mostravam famílias bem menores do que eram realmente as famílias brasileiras (você já viu alguma família de novela da globo com mais de 4 filhos?). Assim, quando as novelas começaram a fazer sucesso, as famílias começaram a se adaptar à "realidade" que viam na televisão. Ainda de acordo com o estudo, as novelas importadas não fizeram nenhum efeito na fertilidade. Para quem acompanha daqui do Brasil, é mais que óbvia a influência das novelas globais sobre a população (veja Caminho das Índias e vá até um camelô), mas mesmo assim as conclusões do estudo são surpreendentes. Mais uma demonstração do poder "invisível" da Globo sobre a população brasileira.

domingo, 23 de agosto de 2009

O que você vê?!

Trazendo uma sessão de placas bem humoradas! (clique na imagem para ver)





segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Algumas leis do mundo

Aí vão algumas leis que regem nosso mundo:


1- GUIA PRÁTICO DA CIÊNCIA MODERNA:

1. Se mexer, pertence à Biologia.
2. Se feder, pertence à Química.
3. Se não funciona, pertence à Física.
4. Se ninguém entende, é Matemática.
5. Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.
6. Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer
sentido, é INFORMÁTICA.

2- LEI DA PROCURA INDIRETA:

1. O modo mais rápido de se encontrar uma coisa é procurar outra.
2. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.

3- LEI DA TELEFONIA:

1. Quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não
tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga.
2. Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão
ocupados.
Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro
faz tocar o telefone.

4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA:

Se estiver escrito 'Tamanho Único', é porque não serve em ninguém, muito
menos em você....

5- LEI DA GRAVIDADE:

Se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo,
provavelmente você não está capacitado
para entender a gravidade da situação.

6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:

80% da prova final será baseada na única aula a que você não compareceu,
baseada no único livro que você não leu.

7- LEI DA QUEDA LIVRE:

1. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda, provoca mais
destruição do que se o deixássemos cair naturalmente.
2. A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é
proporcional ao valor do carpete.

8- LEI DAS FILAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:

A fila do lado sempre anda mais rápido.
Parágrafo único: Não adianta mudar de fila. A outra é sempre mais rápida.

9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:

Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto a explicação do
manual.

10- LEI DO ESPARADRAPO:

Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai..

11- LEI DA VIDA:

1. Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.
2. Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida.

12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:

Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.

13- COISAS QUE NATURALMENTE SE ATRAEM

Mãos e seios
Olhos e bunda
Mulher e vitrines
Homem e cerveja
Chifre e dupla sertaneja
Carro de bêbado e poste
Tampa de caneta e orelha
Leite fervendo e fogão limpinho
Político e dinheiro público
Dedinho do pé e ponta de móveis
Camisa branca e molho de tomate
Tampa de creme dental e ralo de pia
Café preto e toalha branca na mesa
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico
Bebedeira e mulher feia
Mau humor e segunda-feira!



quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Inspiração

Em quem as duplas sertanejas se inspiram pra compor seus "sucessos"? Achei um bom exemplo:




#TENSO. Mas essa "dupla sertaneja" aí me lembra um pouco o Chitãozinho e Chororó cantando Galopeira...

A Gripe da Moda (parte 4)


Eu apresento uma das causas de todo o pânico (leia-se: gripe suína) na cidade de Uberlândia:

"Caminhão com porcos tomba em MG

Um caminhão que transportava porcos tombou, em Uberlândia (MG), na terça-feira (11). Os animais ficaram espalhados pelo canteiro central e alguns foram parar no meio da rua."



Como se pode ver, Uberlândia está mesmo levando a sério o combate da gripe suína. Nem mesmo os porcos estão a salvo da ira da população uberlandense! É Uberlândia rumo ao progresso e ao fim do mundo!!

A Gripe da Moda (parte 3)

Parabéns, Uberlândia já conseguiu aparecer no jornal da Band e na Folha pelo caso da gripe suina. Que orgulho! Valeu a pena mesmo ficar sem sair de casa e comprar aquele tubo de oxigênio e a máscara de "sobrevivencia urbana". Nos juntamos à cidade de Cascavel (PR) como as cidades mais exageradas e medrosas do Brasil.




Moradores de Uberlândia comemoram a fama da cidade:




Agora que já tivemos (novamente) nossos 15 minutos de "fama", podemos voltar ao normal??

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Questão de Lógica

Ao comprar um CD pirata do Belo estarei patrocinando o tráfico. E se eu comprar um original?

A Gripe da Moda (parte 2)

Alguns modelitos que vão A-RRA-SAR no verão 2010! É a Gripe Fashion!



Esse modelo está fazendo sucesso principalmente entre os países árabes, Israel, lugares onde a máscara comum não foi "bem aceita" pela população:



O modelo abaixo está em alta em Portugal, onde a gripe também já chegou com força. Reparem na eficiencia da máscara em proteger as vias respiratórias:


Já essa é própria para a cidade de Uberlândia, onde os níveis de contaminação e mortes já alcançaram a marca mais alta do mundo (pelo menos de acordo com a dona Teresa aqui do lado e o jornal do meio dia):




Essa é para aqueles mais pessimistas, ou mesmo para os góticos:




Em breve na Renner mais perto de você.






A Gripe da Moda (parte 1)

A gripe suína virou moda! Até imagino a conversa de duas vizinhas:

-Menina, vc ainda não sabe como se prevenir da gripe suina?
-uh...não querida.
-Nossa mas em que mundo você vive ein? Hoje a Ana Maria Braga me deu todas as dicas para me prevenir, já até comprei a minha máscara e luvas cirurgicas lá no 1,99. É que tá tudo em promoçao agora! Além disso, o Jornal Correio informou que não posso mais ir no Shopping, em clubes, centro da cidade, lojas de departamento, supermercados. Já fiz tudo isso, estou praticamente IMUNE à gripe.
- Ah é? não sabia.
-Nossa bem, corre e faz tudo isso. Ouvi dizer que aqui em Uberlândia já tem 600 casos de gripe não confirmada e já morreram 100 pessoas, só que as autoridades não relevam os números para não causar panico...

...pânico??

Não sei nas outras cidades, mas essa história de gripe suina já tá enchendo o saco aqui em Uberlândia. Tudo bem, shows cancelados eu até entendo, mas agora o pânico chegou a um nivel tal que até mesmo meu clube fechou as portas. Veja bem, o Praia, um clube aberto onde eu deveria poder desfrutar da minha piscina e fazer a minha caminhada, também fechou devido ao medo.
Ok, prevenir é melhor que remediar, mas pra que tanto panico assim? não precisamos mudar nossas vidas por causa de uma ameaça tão distante. Os estatísticos mostram que é mais provável morrermos por queda de raios do que por gripe suina. E nem por isso os clubes fecham as portas quanto chegam as tempestades. Outras epidemias, como a dengue, tem uma taxa de mortalidade muito maior e nem por isso são motivo de tanto pânico.
Na televisão local, só se fala no assunto, e com razão as donas de casa já impedem seus filhos de frequentarem locais públicos, as pessoas deixam de ir ao shopping ou ao clube, e algumas sequer saem de casa. Outro dia, andando pelo centro da cidade, me deparei com pessoas vestindo máscaras cirúrgicas com medo da gripe, e tive que me conter para não cair na risada (ainda mais porque já foi provado que elas não tem nenhuma eficácia nesse caso). Aliás, não deve demorar muito até começarem a lançar no mercado algumas dessas máscaras coloridas, com brilhos ou à moda indiana.
Eu me lembro muito bem de uma situação que aconteceu a alguns anos atrás, quando houve uma suposta ameaça de "furacão" em Uberlândia, e as autoridades "sabiamente" impediram as escolas de funcionar e as lojas fecharam com medo. Lembro que eu fiquei o dia todo trancado em casa enquanto lá fora passava uma agradável brisa de verão. A situação atual me lembra àquela no seguinte sentido: o medo tomou conta das pessoas, e com ele veio a exploração jornalística do fato, varias e varias fofocas que só aumentam o pânico, e as autoridades, temendo serem tachadas de ineficientes, tomam medidas exageradas.
Temos que abrir a cabeça diante dos fatos e das estatísticas. Embora outras grandes cidades do mundo já tenham centenas de vezes mais casos do que a nossa, lá as pessoas não enxergam isso como uma ameaça tão grande quanto estamos enxergando agora aqui por uma questão de simples lógica. É o mesmo medo que toma conta das pessoas quando uma sucessão de acidentes aéreos acontece, elas pensam que vai acontecer com elas e preferem andar de ônibus, ignorando as estatísticas.
Acho que devemos tomar cuidados sim para evitar a contaminação por essa "gripe da moda", mas acho que o panico e o medo tipicamente interioranos e tão bem caricaturizados em nossa cidade não ajudam em nada, apenas provocam o panico e atrasam a vida das pessoas. Eu que o diga, meu mestrado está atrasado e não sei quando e se vai haver reposição das aulas perdidas.

Enquanto isso, eu vou sim no shopping sem medo de pegar gripe de algum dos dez infectados que possivelmente possam estar andando no shopping ao invés de estarem na cama de quarentena, ou mesmo de algum desinformado que pegou a gripe e já se curou e nem sabe que era a famosa gripe suina. Confio em Deus e não vou deixar minha vida parar por conta disso. Nunca tive medo de raio nem de dengue, nunca fechei minha janela no verão para não entrar mosquito. E para minha alegria, dessa vez acharei vaga fácil no estacionamento do Shopping.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Pela Volta dos Caras Pintadas

O Senado brasileiro, base das decisões políticas do nosso país, está em estado terminal. Se transformou numa rinha de cães. Ou melhor, nem gostaria de comparar os pobres cães aos nossos politicos.

Cada senador está com o rabo preso a uma centena de outros políticos, sendo que ninguém na casa tem a "ficha limpa o suficiente" para denunciar e efetivamente tirar os nossos coronéis do poder sem ser igualmente acusado de alguma irregularidade.

Entre acusações e acordos, vemos nossos representantes colecionarem cada vez mais privilégios às nossas custas, e quebrarem cada vez mais seu decoro parlamentar sem que sejam ao menos punidos. A nossa política está tão afundada na lama que se permite a politicos como Renan Calheiros e Fernando Collor, vergonhosamente eleitos depois de tanto prejudicarem nosso país, juntar forças para defender José Sarney, cujas ONZE acusações foram arquivadas pela comissão de ética do senado. Nosso presidente, para variar, não sai de cima do muro, não sabe se defende ou se acusa Sarney, mas já afirmou em outras palavras que a figuras como Sarney devemos aplicar uma lei mais branda.

Como se sabe, varias foram as vezes que a política brasileira enfrentou crises, mas "nunca na história desse país", talvez nem mesmo durante a ditadura, fomos tão espectadores e tão pouco agentes de mudança. Assistimos a tudo como quem assiste a um espetáculo (diria uma trajédia).

Nas palavras de Sérgio Malbergier, colunista da Folha:

Se o Brasil já fosse sério, Paulo Duque (PMDB-RJ), segundo suplente de Sérgio Cabral, que nunca teve um voto, não seria o presidente da Comissão de Ética do Senado.

Se o Brasil já fosse sério, claro, José Sarney não seria o presidente do Senado.

Os profissionais da esculhambação do Brasil estão preocupados e disparam suas armas. Percebem que a revolta contra Sarney é uma revolta contra eles todos. Uma revolta contra o lado PMDB do brasileiro. Contra a impunidade. Contra esse sistema político cada vez mais podre e insuportável.

Sarney foi presidente, governador, deve ter a mais extensa ficha da política brasileira e um dos maiores patrimônios. O movimento contra (o que) Sarney (representa) pode até ser derrotado no Senado, mas leva uma vitória ao país: a indignação cresce, a internet a difunde e mobiliza. Esse arranjo político é tão velho e anacrônico que seu fim se impõe.


Felizmente, temos em nosso poder um instrumento de mobilização que as outras gerações não tiveram: a internet. Através dos blogs, emails, mensagens do twitter, etc., a mobilização se torna possível até mesmo em lugares tão controlados quanto o Irã. Podemos, e devemos, fazer nossa parte para a moralização da política brasileira. A responsabilidade de limpar a lama do senado é mais nossa do que de qualquer comissão de ética.

Defendamos nosso país, defendamos aquilo que é nosso por direito.Voltemos para as ruas com a cara pintada como o povo já fez contra Collor, vamos defender a ética brasileira mais uma vez. Não queiramos passar para a história como uma geração desligada quanto ao futuro do NOSSO BRASIL.
Eu, como cidadão brasileiro, com orgulho do meu povo e da minha terra e indignação com os dirigentes do meu país, vou lutar contra a transgressão do nosso país.







sexta-feira, 10 de julho de 2009

"Uma pessoa que tem dinheiro e não sabe gastar é como uma galinha: tem asas mas não sabe voar."
By: minha mãezinha =)